O ano de 2020 ficará marcado na História como o ano da primeira grande pandemia do século XXI. A globalização, aliada à facilidade de transmissão e resiliência do novo coronavírus, fez lembrar que a Humanidade também é frágil e que todos temos um papel a desempenhar neste nosso Planeta.

Neste contexto, o papel do comum dos mortais foi #ficaremcasa.

Com os estabelecimentos encerrados e as recomendações de evitar contacto com todos – especialmente com os mais velhos – a solução encontrada foi efetivamente ficar por casa, mantendo dentro dos possíveis as rotinas. Os trabalhos virtuais substituem os realizados nas aulas, as gravações e digitalizações as fichas de avaliação e os vídeos, as aulas e atividades fora da sala.

O teletrabalho – nas profissões que o permitem – colocou-se como alternativa permanente às reuniões e às jornadas laborais, adaptando-se a novas rotinas e horários.

Em paralelo, as atividades de lazer tornaram-se mais intimistas, solitárias até, numa luta constante contra a falta de estímulo que o isolamento obriga.

A pandemia mundial obrigou a repensar no que tínhamos por garantido. Para quê ter tudo, se não temos o próximo?

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